Opiniões idealizadas com a racionalização e o ceticismo. Analisando a tudo e a todos.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Criminosos heróis
Uma coisa que sempre fez sentido pra mim. Alguns bandidos, eles cometem crimes, enriquecem mas ainda são fieis aos lugares que cresceram. Muitas vezes dão festas, distribuem brinquedos para as crianças, ajudam quem precisa na comunidade. Estas, vendo ações de bondade dos criminosos, fatalmente se espelham neles quando crescerem, não vendo tanta maldade no crime se é para fazer o bem. Uma visão deturpada e romantizada do errado. O que quero dizer é que eles acabam sendo vistos como heróis, robin woods, 'roubam dos ricos para dar aos pobres'. O que não é verdade. Infelizmente, as crianças acabam se espelhando além da parte "boa" deles.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Quando acordar
O que vou fazer amanhã?
Morrer.
O que vou fazer amanhã?
Matar meu tempo.
O que vou fazer amanhã dequando acordar.
Perder minha vida matando o tempo.
É o que faço quando não faço nada.
Morrer.
O que vou fazer amanhã?
Matar meu tempo.
O que vou fazer amanhã dequando acordar.
Perder minha vida matando o tempo.
É o que faço quando não faço nada.
domingo, 15 de dezembro de 2013
Bláh, versos da noite.
Tilinta o talher no silêncio
escuro a noite, desalento
mente sóbria, pensativa, ociosa
o que virá a tarde, amanhã
um dia quente fresco de forte chuva dolorosa.
Ambiguidade um destino de tantas opções
perca-se fácil em meio a tantas opiniões
estereótipos múltiplos para comunicar
enturmamentos falsos, típicos sorrisos aqui
mesmo desejos acolá.
Qual motivo de desatino penso
ontem e o hoje iguais
a todo tempo.
Se a monotonia, deveras tranquilidade
calmaria própria do tempo igual
transforma o ócio em saudade.
escuro a noite, desalento
mente sóbria, pensativa, ociosa
o que virá a tarde, amanhã
um dia quente fresco de forte chuva dolorosa.
Ambiguidade um destino de tantas opções
perca-se fácil em meio a tantas opiniões
estereótipos múltiplos para comunicar
enturmamentos falsos, típicos sorrisos aqui
mesmo desejos acolá.
Qual motivo de desatino penso
ontem e o hoje iguais
a todo tempo.
Se a monotonia, deveras tranquilidade
calmaria própria do tempo igual
transforma o ócio em saudade.
Rotina
Rotina
Eu quero uma
Percebi que parte de meu destino depende da escolha dos outros.
Minha influencia não é o bastante para controlar todas situações que gostaria.
E difícil não saber o que virá no dia seguinte.
Não ter ao menos uma ideia do que fazer; que irá acontecer.
Além das opções vejo um infinito de coisas que possam ser feitas.
Poderia agradecer por ao menos ter este poder de escolha. Mas não o faço.
Não sei se são suficiente para me deixar tranquilo. Ainda que o faça.
Com quem? Estou sozinho.
Eu quero uma
Percebi que parte de meu destino depende da escolha dos outros.
Minha influencia não é o bastante para controlar todas situações que gostaria.
E difícil não saber o que virá no dia seguinte.
Não ter ao menos uma ideia do que fazer; que irá acontecer.
Além das opções vejo um infinito de coisas que possam ser feitas.
Poderia agradecer por ao menos ter este poder de escolha. Mas não o faço.
Não sei se são suficiente para me deixar tranquilo. Ainda que o faça.
Com quem? Estou sozinho.
domingo, 17 de novembro de 2013
Politicagem.
Uma palma à prisão dos réus do mensalão. Uma só. Porque não
há motivos para uma salva quando o espetáculos não está completo. Os lideres do
PT deveriam ser presos, sim. Contudo, não cabe a nós esquecer a sujeiras de
outros partidos. Que sentido há a palavra "justiça" se ela é somente
parcial?
A elite não esquece as mãos que pegaram em armas para lutar
contra a ditadura. A mão que cumprimenta a de Genuíno ainda percebe os
resquícios de pólvora que pretenderam derrubar Vargas. E a "justiça"
pende para esse lado.
Falta veemência para condenar outros políticos que ainda
estão soltos: Maluf, Renan Calheiros, etc... O propinoduto tucano fora
esquecido pela mídia, a pasta rosa poucos sabem do que se trata. CPIs e mais
CPIs se amontoam, e o que passa na mídia é somente o PT. Este é massacrado
quando ocorre algum escândalo, flashs não param e qualquer prova é emoldurada
pela VEJA. Quando é para o outro lado, a mesma revista publica uma matéria
sobre boa forma (sério). Os presos foram condenados sem provas. Enquanto isso,
até a Interpol está atrás do Maluf, condenado desde 2009.
Julguemos, sim, política. Que se prendam os culpados. Mas
não farei coro ao JN enquanto as algemas não forem para todos os lados.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Insonia.
Insegurança, medo, incertezas.
As ansiedades do que pode ou não acontecer.
Ficar acordado criando seus planos para a vida perfeita.
Os personagens reais agindo como quero.
Pena que não aconteça realmente assim.
Situações são diferentes e tudo que planejo só é reflexo das vontades não promulgadas.
Pensar em tudo e cada resposta é a perfeição daquilo que poderia ser real.
A mente transborda de alucinações e virar a cabeça de um lado só faz aquecer a outra face.
Pensar, pensar. Agir, nada. Morrerei com estas inconfidências do intelecto ou realizarei enfim os receios que cultivo?
As ansiedades do que pode ou não acontecer.
Ficar acordado criando seus planos para a vida perfeita.
Os personagens reais agindo como quero.
Pena que não aconteça realmente assim.
Situações são diferentes e tudo que planejo só é reflexo das vontades não promulgadas.
Pensar em tudo e cada resposta é a perfeição daquilo que poderia ser real.
A mente transborda de alucinações e virar a cabeça de um lado só faz aquecer a outra face.
Pensar, pensar. Agir, nada. Morrerei com estas inconfidências do intelecto ou realizarei enfim os receios que cultivo?
Caminho e destino
Chega um momento da vida que você precisa de um foco, um objetivo. Ou se deixa cair em depressão.
Depressão pela monotonia causada pela rotina do cotidiano.
Nós precisamos de paixões que nos impulsione a querer fazer algo; um motivo de vida, um combustível para respirar. Quando não há o mesmo, morremos. Morremos por dentro, só o que resta é torpor e ficamos a vagar pelas horas procurando respirar um ar que nos alegre.
O sangue na veia não vale a pena se não dosado de adrenalina, nada vale a pena se não for vivido com emoção. Assim, paramos sucessivamente para apenas PARECER que somos. E parecer não necessariamente se diz ser. Muito menos, feliz.
Até um triste, que fale melancolicamente, pode ter um sorriso mais sincero e afetuoso, que apeteça de mais volúpias de alegria do que você. Ou aqueles que exaltam coisas emocionalmente insignificantes, comumente advindas da virilidade do metal corrompedor da dignidade humana. Tornando memórias insignificantes em grandes marcos, enganando aos outros e a si mesmo. Perde-se quem tenta encontrar-se de felicidade onde não há, ser feliz com que não convém. Porém, o quão difícil é saber quem é si mesmo. Os gostos, geralmente, são formas de mostrar quem somos, ou que estamos constantemente querendo ser. Mas ninguém é igual, os elementos que compõem um ser são dos mais variados e pequenos estereótipos levam a uma visão deturpada, incongruente com a verdade. Esses, verdadeiros sabores da realidade que efervesce nossa auto-estima estão em coisas simples que não padecem de ser contadas a que os olhos de outrem não faria sentido; porque a especificidade que o torna especial está subliminar aos que somente sentem. De olhar para o próprio eu, ignora-te-ia o externo. O roteiro do espetáculo teatral é redigido pela caneta da certeza que não abdica do que se quer ser.
Depressão pela monotonia causada pela rotina do cotidiano.
Nós precisamos de paixões que nos impulsione a querer fazer algo; um motivo de vida, um combustível para respirar. Quando não há o mesmo, morremos. Morremos por dentro, só o que resta é torpor e ficamos a vagar pelas horas procurando respirar um ar que nos alegre.
O sangue na veia não vale a pena se não dosado de adrenalina, nada vale a pena se não for vivido com emoção. Assim, paramos sucessivamente para apenas PARECER que somos. E parecer não necessariamente se diz ser. Muito menos, feliz.
Até um triste, que fale melancolicamente, pode ter um sorriso mais sincero e afetuoso, que apeteça de mais volúpias de alegria do que você. Ou aqueles que exaltam coisas emocionalmente insignificantes, comumente advindas da virilidade do metal corrompedor da dignidade humana. Tornando memórias insignificantes em grandes marcos, enganando aos outros e a si mesmo. Perde-se quem tenta encontrar-se de felicidade onde não há, ser feliz com que não convém. Porém, o quão difícil é saber quem é si mesmo. Os gostos, geralmente, são formas de mostrar quem somos, ou que estamos constantemente querendo ser. Mas ninguém é igual, os elementos que compõem um ser são dos mais variados e pequenos estereótipos levam a uma visão deturpada, incongruente com a verdade. Esses, verdadeiros sabores da realidade que efervesce nossa auto-estima estão em coisas simples que não padecem de ser contadas a que os olhos de outrem não faria sentido; porque a especificidade que o torna especial está subliminar aos que somente sentem. De olhar para o próprio eu, ignora-te-ia o externo. O roteiro do espetáculo teatral é redigido pela caneta da certeza que não abdica do que se quer ser.
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