segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Tesão intelectual

Acho que notei uma teoria sombria sobre mim.
Normalmente, preciso ter uma certa admiração intelectual para me atrair fisicamente e sexualmente por outra pessoa, além da estética e beleza em si. Porém, após já estar firme com essa pessoa e ocorrer uma desilusão dessa admiração, eu passo a somente usar ela como objeto sexual para suprir minhas necessidades.
Acredito que isso tenha ocorrido em 90% dos meus relacionamentos porque assim como eu me apego fácil, eu desiludo tão fácil quanto.

domingo, 14 de setembro de 2014

Namora que não enamora.

Estive pensando mecanismos de como identificar se eu que estou chato ou a pessoa está passando por momentos de turbulência. É natural que com o tempo os papos fiquem repetitivos, isso é fato. Mas a convivência se tornar uma tortura inerte é caso de se pensar se isso faz realmente bem e está sendo proveitoso.
É meio que o sentido de impotência, de não ter o que falar. E pior, se sentir um tanto quanto egoísta de pensar em satisfazer suas necessidades de pegar, abraçar, beijar, afagar invés de resolver o problema dela. Se tivesse solução.
A gente se sente carente de amigos, de novas caras, histórias e piadas para misturar nosso cotidiano. Um monopólio intelectual acaba por enjoar nosso consumo e assim, quanto mais amigos, os verdadeiros, que você se sente a vontade e gosta, melhor pra sua convivência não ficar enjoativa.
Eu acho que a gente deveria ressucitar alguns amigos afastados, se reaproximar de uns que deixamos de ver sempre. Esse isolamento social de se nutrir socialmente somente um do outro, eu dela e ela de mim, já não satisfaz mais.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Expectativas são uma merda