Acho que notei uma teoria sombria sobre mim.
Normalmente, preciso ter uma certa admiração intelectual para me atrair fisicamente e sexualmente por outra pessoa, além da estética e beleza em si. Porém, após já estar firme com essa pessoa e ocorrer uma desilusão dessa admiração, eu passo a somente usar ela como objeto sexual para suprir minhas necessidades.
Acredito que isso tenha ocorrido em 90% dos meus relacionamentos porque assim como eu me apego fácil, eu desiludo tão fácil quanto.
Opiniões idealizadas com a racionalização e o ceticismo. Analisando a tudo e a todos.
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
domingo, 14 de setembro de 2014
Namora que não enamora.
Estive pensando mecanismos de como identificar se eu que estou chato ou a pessoa está passando por momentos de turbulência. É natural que com o tempo os papos fiquem repetitivos, isso é fato. Mas a convivência se tornar uma tortura inerte é caso de se pensar se isso faz realmente bem e está sendo proveitoso.
É meio que o sentido de impotência, de não ter o que falar. E pior, se sentir um tanto quanto egoísta de pensar em satisfazer suas necessidades de pegar, abraçar, beijar, afagar invés de resolver o problema dela. Se tivesse solução.
A gente se sente carente de amigos, de novas caras, histórias e piadas para misturar nosso cotidiano. Um monopólio intelectual acaba por enjoar nosso consumo e assim, quanto mais amigos, os verdadeiros, que você se sente a vontade e gosta, melhor pra sua convivência não ficar enjoativa.
Eu acho que a gente deveria ressucitar alguns amigos afastados, se reaproximar de uns que deixamos de ver sempre. Esse isolamento social de se nutrir socialmente somente um do outro, eu dela e ela de mim, já não satisfaz mais.
É meio que o sentido de impotência, de não ter o que falar. E pior, se sentir um tanto quanto egoísta de pensar em satisfazer suas necessidades de pegar, abraçar, beijar, afagar invés de resolver o problema dela. Se tivesse solução.
A gente se sente carente de amigos, de novas caras, histórias e piadas para misturar nosso cotidiano. Um monopólio intelectual acaba por enjoar nosso consumo e assim, quanto mais amigos, os verdadeiros, que você se sente a vontade e gosta, melhor pra sua convivência não ficar enjoativa.
Eu acho que a gente deveria ressucitar alguns amigos afastados, se reaproximar de uns que deixamos de ver sempre. Esse isolamento social de se nutrir socialmente somente um do outro, eu dela e ela de mim, já não satisfaz mais.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Assinar:
Comentários (Atom)