Estive pensando mecanismos de como identificar se eu que estou chato ou a pessoa está passando por momentos de turbulência. É natural que com o tempo os papos fiquem repetitivos, isso é fato. Mas a convivência se tornar uma tortura inerte é caso de se pensar se isso faz realmente bem e está sendo proveitoso.
É meio que o sentido de impotência, de não ter o que falar. E pior, se sentir um tanto quanto egoísta de pensar em satisfazer suas necessidades de pegar, abraçar, beijar, afagar invés de resolver o problema dela. Se tivesse solução.
A gente se sente carente de amigos, de novas caras, histórias e piadas para misturar nosso cotidiano. Um monopólio intelectual acaba por enjoar nosso consumo e assim, quanto mais amigos, os verdadeiros, que você se sente a vontade e gosta, melhor pra sua convivência não ficar enjoativa.
Eu acho que a gente deveria ressucitar alguns amigos afastados, se reaproximar de uns que deixamos de ver sempre. Esse isolamento social de se nutrir socialmente somente um do outro, eu dela e ela de mim, já não satisfaz mais.
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