quarta-feira, 11 de junho de 2014

Deixar-se gostar.

O perigo foi precipitar-se. Gostar antes do tempo. Forçar antes que seja o momento. Se levar por falta de fôlegos momentâneos.
Um beijo, um afago, alguns dias juntos e lá está: seus hormônios te condenam à dependência de outrem. Por suas veias correm a eminência de estar apaixonando.
Um erro se deixar levar sem esperar um momento seguro o suficiente para saber que o outro sente o mesmo.
Não é orgulho, é inteligência.
E somente quando tiver certeza, sem perigos de suposições, nem seu coração agindo iludido, conforme seus desejos, matando sua racionalidade. Apenas quando tiver certeza do mesmo partindo da outra pessoa. Deixe-se gostar.