domingo, 15 de dezembro de 2013

Bláh, versos da noite.

Tilinta o talher no silêncio
escuro a noite, desalento
mente sóbria, pensativa, ociosa
o que virá a tarde, amanhã
um dia quente fresco de forte chuva dolorosa.

Ambiguidade um destino de tantas opções
perca-se fácil em meio a tantas opiniões
estereótipos múltiplos para comunicar
enturmamentos falsos, típicos sorrisos aqui
mesmo desejos acolá.

Qual motivo de desatino penso
ontem e o hoje iguais
a todo tempo.

Se a monotonia, deveras tranquilidade
calmaria própria do tempo igual
transforma o ócio em saudade.

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