Estou muito observador. Estou prestando atenção demais nas pessoas, me divertindo com elas, me assustando as vezes. As vidas delas são agitadas, preocupadas. Vejo que dificilmente elas levam as coisas com bom humor, vê o lado bom das coisas e ri da própria desgraça. Sabe, essas coisas saudáveis que fazem bem para nossa felicidade.
Melhor remédio é rir, rir sempre. Isso que eu chamo de qualidade de vida.
Quanto mais uma pessoa rir mais ela está feliz. Nada encanta mais que um sorriso sincero, um olhar amável. Essas coisas mexem com meu coração. Não consigo não retribuir esta demonstração de afeto. Acho que tenho um coração mole, revestido de uma proteção dura de orgulho, quando estou feliz isso se inverte. Fico com coração mole exalando por meus poros e com o coração de orgulho convertido em ego.
Até meus textos estão mais sérios, menos melancólicos. Acho que o nome disso é maturidade. Parei de afirmar com tanta certeza, existe tanta relatividade. Sentimentos afeta diretamente nas vontades do cérebro. Sinto me controlado por mim mesmo. Estou confuso e minha mente troca a todo momento a procura de me firmar a minha identidade e não ser tão volátil assim as mudanças. É, a situação muda a opinião.
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